Presskit
DIgital

Releases

No sertão do Araripe, setores produtivo e educacional dão exemplo de parceriaMarço de 2021

Com a criação do parque eólico em Araripina - Pernambuco, pela Votorantim Energia, a Secretaria Estadual de Educação e o Itaú Educação e Trabalho construíram, em cocriação com o Instituto Votorantim, o currículo do primeiro Curso Técnico em Sistemas de Energia Renovável, para qualificar as juventudes da região e criar oportunidades de inserção no trabalho, para centenas de jovens, em projetos de energia eólica já implantados e em desenvolvimento no Nordeste.


O currículo foi desenvolvido para ser um itinerário de formação técnica e profissional, permitindo que o jovem realize de forma integrada o ensino médio e o curso técnico, em consonância com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC).


A ação articulada entre os setores para elaborar o currículo de sistemas de energia renovável foi feita pela Equipe de Formadores do Itaú Educação e Trabalho e os profissionais da Votorantim, que se juntaram aos técnicos da Secretaria de Educação de Pernambuco, aos coordenadores pedagógicos e professores da Escola Técnica Estadual Pedro Muniz Falcão, em Araripina, no Sertão do Araripe.


Na visão do gerente-geral do Corporativo da Votorantim Energia, Rômulo Marçal, objetivo da ação é evidenciar uma das vocações da região, que é a geração de energia renovável. “Essa capacitação irá disponibilizar mão de obra qualificada para empresas da região e o mercado em geral, além de fortalecer o legado social da Votorantim Energia junto às comunidades onde atuamos”, complementa.

Já para Rafael Gioielli, gerente-geral do Instituto Votorantim, as empresas precisam ter um compromisso com o desenvolvimento social das regiões em que atuam. “Quando uma empresa se engaja em temas como educação e qualificação profissional é bom para todo mundo. Ganha a sociedade que terá mais jovens inseridos no mercado de trabalho e ganha a empresa que terá profissionais melhor preparados.”

O desenvolvimento de currículos como esse requer uma ação intersetorial, que envolveu o plano de desenvolvimento econômico do estado, os arranjos produtivos locais e o campo de trabalho.

Ao todo, no Estado de Pernambuco, estão sendo ofertadas 8.445 vagas para 26 cursos técnicos em 37 municípios. O curso Técnico em Sistemas de Energia Renovável na ETEC de Araripina encerrou o período de matrícula com todas as vagas preenchidas.


Segundo a superintendente do Itaú Educação e Trabalho, Ana Inoue, o propósito é tornar Araripina um polo de referência na formação de profissionais de energia limpa e renovável – “tanto nós como o Instituto Votorantim temos a educação como um dos pilares de nossa atuação. E a construção desse projeto conjunto reforça nossa visão de investir na educação como meio de transformação da sociedade.”

Seduc de Sergipe lança plataforma de dados educacionais Outubro de 2020

Ferramenta leva para todas as escolas os resultados das avaliações externas

Dando sequência às ações que visam a fortalecer técnicos, gestores e coordenadores educacionais, a Secretaria de Estado da Educação, do Esporte e da Cultura de Sergipe lança a plataforma digital Foco Escola. A iniciativa reúne, organiza e articula dados relacionados a avaliações em larga escala, indicadores como o Ideb e exames como o Enem, apontando as habilidades em que os estudantes apresentaram mais defasagem. Os técnicos das diretorias regionais de educação e da Seduc também têm acesso a um painel com dados do Censo Escolar.

O objetivo da plataforma é fornecer dados e evidências para subsidiar o planejamento e a atuação de servidores da educação em todos os níveis, da escola à Secretaria. Desta forma, gestores públicos podem formentar políticas, materiais didáticos e avaliações mais assertivas. As diretorias regionais visualizam facilmente as dificuldades de aprendizagem e o contexto socioeconômico das escolas administradas, enquanto coordenadores e professores, em sala de aula, usam relatórios personalizados com os dados de cada aluno, além de terem acesso a materiais de apoio.

O superintendente executivo da Educação Estadual, professor José Ricardo de Santana, explica que a plataforma é uma iniciativa voltada para exposição de indicadores pedagógicos de avaliação externa. “É importante destacar que a gente não apenas trabalha com relatórios gerenciais, mas relatórios que permitem que os diretores e professores identifiquem quais os principais desafios para que a qualidade da educação avance. A plataforma da Foco será uma ferramenta de gestão do próprio gestor em sala de aula e da equipe diretiva, sem precisar pedir a análise da equipe central da Seduc”, ressalta.

A plataforma foi desenvolvida pela startup de dados educacionais Por A Mais B (antiga Tuneduc), com o apoio do Itaú Educação e Trabalho. A plataforma foi criada em 2015 e já foi utilizada por mais de 60 mil educadores em 10 estados brasileiros. Em 2020, apresentou dados de avaliações estaduais e nacionais de cerca de 500 mil estudantes.

Para capacitar os educadores para o uso da tecnologia, a Seduc oferecerá formações online, plantões de dúvidas e lives com especialistas em avaliação educacional, a fim de fomentar o uso de dados no dia a dia das instituições e tornar mais objetiva a adoção de novas práticas pedagógicas.

Fonte: Site do Governo do Estado de Sergipe

CIEB e Itaú Educação e Trabalho lançam currículo de referência para o curso técnico de nível médio em Tecnologia e Computação Setembro de 2020

Documento produzido pelas organizações fornecem diretrizes paras as escolas e redes de ensino que planejam oferecer uma formação na área ou desejam revisitar suas propostas pedagógicas

A partir de 2021, os cursos técnicos e profissionalizantes poderão iniciar uma nova etapa no Brasil com a implantação do novo ensino médio. Como uma parte do currículo poderá ser composta por formações técnicas e profissionais (entre outras possibilidades de itinerários formativos), a expectativa é que a oferta destes programas aumente.  

Com base nesse cenário e nas transformações da sociedade contemporânea, marcada pelo uso crescente de tecnologias, o Centro de Inovação para a Educação Brasileira (CIEB) e o Itaú Educação e Trabalho desenvolveram um currículo de referência para apoiar as redes e instituições de ensino que oferecem ou tenham planos de oferecer o curso Educação Profissional Técnica de Nível Médio em Tecnologia e Computação.  

“O documento foi elaborado por consultores especializados e está alinhado à Base Nacional Comum Curricular (BNCC), às demandas do setor produtivo e aos anseios da juventude por mais liberdade de escolha em suas trajetórias de formação. Muitas referências internacionais também foram incorporadas a partir de pesquisas sobre a oferta de cursos técnicos e profissionalizantes nos países que enxergam essa formação como um elemento central para o seu desenvolvimento”, explica Lúcia Dellagnelo, diretora-presidente do CIEB. Os currículos internacionais consultados foram os do Chile, China, Estados Unidos, Inglaterra e Nova Zelândia.  

Diferenciais do currículo

O currículo de referência proposto pelas duas organizações prevê 1,2 mil horas de atividades para formar técnicos e técnicas em Tecnologia e Computação. Essa carga horária está distribuída em três eixos: Hardware e manutenção de computadores, Redes e segurança de computadores e Aplicativos computacionais e sistemas para internet.  

Os estudantes e as estudantes têm a opção de passar por todos os eixos (inclusive na ordem que desejarem) ou fazer apenas um ou dois deles. Neste último caso, em vez do diploma de técnico(a), eles recebem certificações intermediárias, que podem ser dos seguintes tipos: Assistente de manutenção e suporte de computadores; Assistente de redes e segurança de computadores; e Assistente de aplicativos computacionais e sistemas para internet.

O documento traz ainda sugestões de práticas pedagógicas inovadoras e orientações para a realização de Projetos Integradores que consigam unir diferentes unidades curriculares e propor a solução de desafios reais. “Estes dois elementos têm a função de tornar o ensino mais instigante e favorável ao desenvolvimento de competências fundamentais a qualquer profissional do século 21, que são as capacidades de trabalhar em equipe, resolver problemas, pensar criticamente, se comunicar de forma eficiente, entre tantas outras. A implementação desse currículo tem grande potencial para fortalecer a inserção profissional digna da juventude e incentivá-los no caminho da aprendizagem contínua e do crescimento profissional”, destaca Ana Inoue, Superintendente do Itaú Educação e Trabalho.  

Condições de oferta

O currículo traz uma relação mínima dos recursos tecnológicos necessários para a realização das atividades de cada eixo. Considerando as condições médias de infraestrutura das escolas brasileiras, muitas sugestões são de programas livres, de código aberto, adequados aos sistemas mais comumente encontrados no mercado e, em alguns casos, gratuitos.

O documento também apresenta especificações claras das experiências e conhecimentos que os professores as professoras devem portar para desenvolver as competências indicadas –lembrando que, de acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação, as redes e escolas têm a opção de convidar profissionais com  “notório saber” para lecionar em cursos técnicos e profissionalizantes.

 

Qualquer rede ou instituição de ensino pode implementar o currículo, que se encontra gratuitamente à disposição em www.currículo.cieb.net. O site também disponibiliza outro currículo de referência em Tecnologia e Computação do CIEB, este proposto para as etapas da educação infantil e do ensino fundamental (ensino regular) e apresentado em 2019.  

“O desenvolvimento de competências ligadas às áreas de tecnologia e computação se tornou um aspecto fundamental em nossa sociedade. O nosso propósito é apoiar as equipes pedagógicas nessa tarefa complexa, que envolve conhecimentos novos e altamente especializados. Oferecemos diretrizes e orientações claras para uma série de aspectos que demandariam meses de trabalho e pesquisa”, diz Dellagnelo. “Naturalmente, as redes e escolas poderão fazer adaptações conforme suas condições, mas, certamente, conseguirão desenhar seus próprios currículos de maneira muito mais rápida com esses parâmetros. Estamos seguros de que este currículo fornece as bases necessárias para os profissionais que vão nos ajudar a fazer uma transformação digital segura e sustentável em todos os setores do país”, finaliza  

Sobre o CIEB

O Centro de Inovação para a Educação Brasileira (CIEB) é uma organização sem fins lucrativos, cuja missão é promover a cultura de inovação na educação pública, estimulando um ecossistema gerador de soluções para que cada estudante alcance seu pleno potencial de aprendizagem. Atua integrando diferentes públicos e ideias em torno de uma causa comum: inovar para impulsionar a qualidade, a equidade e a contemporaneidade da educação pública brasileira.  

Sobre o Itaú Educação e Trabalho

O Itaú Educação e Trabalho apoia a ampliação e o fortalecimento de políticas públicas de Educação Profissional e Tecnológica, por meio de assessoria técnica às unidades federativas do território nacional, tendo os jovens como foco principal de suas ações.  Entende-se que a Educação Profissional e Tecnológica é capaz de propiciar ao jovem uma formação que promova sua inserção no mundo do trabalho e o estimule a prosseguir os estudos ao longo da vida. Esse é o caminho para formar um cidadão capaz de projetar sua vida futura, fazer boas escolhas e transformar a realidade. 

Jornada Trajetórias de Vidas chega na sua 22º edição para falar sobre o futuro do trabalhoAgosto de 2020

Realizado pela Fundação PoliSaber com patrocínio do Itaú Educação e Trabalho, o evento acontece pela primeira vez de forma 100% online

Os temas dos webinários, que acontecerão de 20 a 26 de agosto, foram escolhidos para oferecer aos jovens informações, experiências, tendências e o conceito das novas competências demandadas para o futuro do mundo do trabalho. Os participantes terão oportunidade de conhecer diversas alternativas, que irão orientá-los na escolha de suas trajetórias de vida, definições de carreiras acadêmicas e itinerários profissionalizantes.

O evento, que deverá receber em torno de 100 mil estudantes, é patrocinado pelo Itaú Educação e Trabalho e conta com apoio do Cursinho da Poli. Entre os convidados para responder às dúvidas e compartilhar suas vivências e desafios enfrentados, estão Serginho Groisman (TV Globo), Liedi Légi (Escola Politécnica da USP), Fausto Augusto (DIEESE), Sóstenes Oliveira (Fundação Gol de Letra), Bianca Santana (UOL) e Newton Cannito (SBT e FOX).

“Acreditamos que a trajetória de vida de cada convidado possuí o que queremos transmitir aos nossos jovens, possibilitando por meio de orientações e conversas uma experiência que proporcione amadurecimento pessoal e profissional, visto que a partir da fala do especialista, o estudante tem a oportunidade de tirar dúvidas sobre carreiras e sobre as possibilidades futuras de atuação.” Gilberto Alvarez, Diretor do Cursinho da Poli e Presidente da Fundação PoliSaber.

Para Ana Inoue, superintendente do Itaú Educação e Trabalho, conhecer as competências e habilidades para o mundo do trabalho deve fazer parte da educação regular do jovem. “Temos de fazer valer o artigo 205 da Constituição, que diz que a qualificação para o trabalho faz parte dos objetivos da educação básica. É importante oferecer aos estudantes opções de trajetórias ao longo de sua escolaridade básica, além de ampliar as condições dadas aos jovens para que possam fazer suas escolhas”.

Para participar, basta o estudante entrar no site do evento e realizar sua inscrição, totalmente gratuita:
http://decidaoseufuturo.com.br.

Acompanhe abaixo a programação completa:

Rádio release: Estudo Excelência com Equidade no Ensino Médio
Setembro de 2019
Cursinho da Poli e Itaú BBA promovem evento que debate as relações do Ensino Médio e o mundo do trabalhoSetembro de 2019

Palestras e mesas temáticas estimularam reflexões sobre o profissional que o futuro exigirá, suas competências e habilidades, auxiliando o jovem na elaboração de sua trajetória de vida.

Na última quinta-feira, 12, por volta de 800 estudantes do Cursinho da Poli (SP), participaram da 21ª edição do Jornada de Trajetórias de Vida. Realizado com o apoio da Fundação PoliSaber e patrocínio do Itaú BBA, o evento promoveu debates com o objetivo de estimular reflexões sobre o profissional que o futuro exigirá, suas competências e habilidades, compartilhando experiências que auxiliem o jovem na elaboração de sua trajetória de vida, passando pela escolha de curso acadêmico e apontando possibilidades de inserção no mundo do trabalho. Durante toda a programação, os jovens assistiram palestras com ex-alunos, coletivos de periferia, profissionais do mercado de trabalho e representantes de diversas áreas de atuação do Itaú, como: comunicação, jurídico, design e negócios inclusivos.

Na primeira parte do evento, ex-alunos do cursinho tiveram a oportunidade de compartilhar suas histórias de vida e desafios profissionais. Em seguida, Ana Inoue, assessora de Educação do Itaú BBA, e Thaís Siqueira, jornalista e idealizadora do jornal comunitário Coletivo Desenrola e Não Me Enrola, abordaram o tema, “Os caminhos durante e depois do Ensino Médio”. Logo após, os estudantes se dividiram em quatro mesas de debates com a presença de profissionais de diversas áreas de atuação, que abordaram os seguintes temas: as carreiras do século XXI, empreendedorismo, diálogos com profissionais e reflexões sobre as trajetórias de vida.

Para a assessora de Educação do Itaú BBA, Ana Inoue, a troca entre profissionais e jovens é o ponto forte da Jornada. “No passado eram poucas opções de cursos superiores. Hoje são mais de mil ocupações, com inúmeras variações. A realidade será outra no futuro e, por isso, muito mais importante do que escolher uma carreira tão cedo, é manter a capacidade de aprender e aprofundar o seu conhecimento”, esclareceu.

“A motivação é uma das forças do evento”, explicou o diretor do Cursinho da Poli, Gilberto Alvarez Giusepone Jr, o professor Giba. “O objetivo da Jornada é fazer com que os alunos possam se inspirar e ter um processo de escolha de trajetória de vida”, disse.

A estudante Raquel Oliveira, 18 anos, que participou do evento comenta: “Percebi que qualquer que seja sua origem, sua história, precisamos continuar lutando por nossos sonhos, não desistir”. Já o estudante de 21 anos, Robério Silva, conseguiu enxergar um pouco de si nas histórias de vida dos profissionais durante os debates. “Ao ver que pessoas com trajetórias parecidas como a minha alcançaram objetivos, tenho certeza que estou no caminho certo”, garantiu a jovem.

O Jornada de Trajetórias de Vida é realizado anualmente e dá oportunidade a todos os estudantes do Ensino Médio de debater o seu futuro profissional.

Mais de mil jovens participam de evento que promove as relações do Ensino Médio e o mundo do trabalhoSetembro de 2019

Jornada de Trajetórias de Vida, evento organizado pelo Cursinho da Poli, e apoiado pelo Itaú BBA, promoveu uma maratona de palestras e mesas temáticas com o objetivo de auxiliar estudantes a escolherem o curso acadêmico e apontar possibilidades de inserção no mundo o trabalho.

Em sua 21ª edição, o encontro aconteceu na unidade da Lapa do Cursinho da Poli, na última quinta-feira (12).

Em um primeiro momento, os estudantes ouviram de ex-alunos, suas histórias de vida e como chegaram às suas carreiras profissionais. Em seguida, a palestra sob o tema “Os caminhos durante e depois do Ensino Médio”, teve como participantes Ana Inoue, assessora de Educação do Itaú-BBA e Thaís Siqueira, representante do jornal comunitário Coletivo Desenrola e Não Me Enrola.

Thaís ressaltou a importância de ingressar na universidade. “Todos precisam ter oportunidades. E quando há barreiras que mesmo o esforço individual não pode suplantar, é preciso dar as mãos, contar com os outros. Por isso, eu acredito em pessoas que ajudam e fortalecem outras pessoas.”

Para a assessora de Educação do Banco Itaú BBA, Ana Inoue, a troca entre profissionais e jovens é o ponto forte da Jornada. “No passado eram poucas opções de cursos superiores. Hoje são mais de mil ocupações, com inúmeras variações. Como decidir, se você não tem conhecimento deste espectro? Além disso, a realidade será outra no futuro e, por isso, muito mais importante do que escolher uma carreira tão cedo, é manter a capacidade de aprender e aprofundar o seu conhecimento”, esclareceu.

“A motivação é uma das forças do evento”, explicou o diretor do Cursinho da Poli, Gilberto Alvarez Giusepone Jr, o professor Giba. “O objetivo da Jornada é fazer com que os alunos possam se inspirar e ter um processo de escolha de trajetória de vida”, disse.

Na segunda parte do evento, os estudantes foram divididos em mesas de debate, com temas sobre as carreiras do século XXI, empreendedorismo, diálogos com profissionais e reflexões sobre as trajetórias de vida.

A estudante Raquel Oliveira,18 anos, que participou do evento comenta: “Percebi que qualquer que seja sua origem, sua história, precisamos continuar lutando por nossos sonhos, não desistir”. Já o estudante de 21 anos, Robério Silva, conseguiu enxergar um pouco de si nas histórias de vida dos profissionais durante os debates. “Ao ver que pessoas com trajetórias parecidas como a minha alcançaram objetivos, tenho certeza que estou no caminho certo”, garantiu a jovem.

O Itaú BBA e a educação pública no Brasil
2018

O Itaú BBA, desde o seu surgimento, em 2006, incentiva no Brasil ações que têm como foco a melhoria da educação pública, por considerar a educação um elemento estratégico e central para o desenvolvimento pleno do País, tanto no aspecto econômico como social e político. O banco entende que a tarefa de melhorar a educação é também uma função do setor privado, que pode contribuir com o setor público, disponibilizando expertise técnica e recursos, em iniciativas que ajudem a construir uma sociedade continuamente melhor para todos.

O ensino Profissional e Técnico foi escolhido como frente prioritária de atuação do Itaú BBA, que há mais de uma década vem destinando uma parte dos seus recursos para apoiar e desenvolver programas educacionais que ampliem as perspectivas e contribuam para o desenvolvimento de jovens e adolescentes, especialmente aqueles em condições de vulnerabilidade social.

Esse apoio se dá de diferentes formas: desenvolvimento de projetos, apoio às Secretarias de Educação, fomento e apoio técnico a organizações da sociedade civil que trabalham em prol da melhoria da educação pública e realização de estudos e pesquisas.

Desde os primeiros anos de atuação, o banco já realizou inúmeros projetos na área, tais como: desenvolvimento de ferramentas de análise e avaliação; apoio direto a escolas; estudos, pesquisas e publicações; programas de formação de professores e gestores de ensino, entre outras iniciativas.

Em 2014, a partir de uma parceria realizada com o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), o Itaú BBA passou a apoiar o órgão na formação de técnicos e nas discussões sobre os desafios dos Estados para implantação das mudanças necessárias à adequação das escolas à reforma do ensino médio.

O Itaú BBA considera fundamentais quatro aspectos para evolução do tema: o aumento da carga horária de 2.400 para 3.000 horas; a flexibilização (que tende a aumentar o engajamento dos jovens e amplia os espaços para um aprendizado orientado por competências); o ensino técnico-profissional como um itinerário regular; e o programa de tempo integral.

O projeto escola cidadã integral na Paraíba

Desde 2016 o Itaú BBA apoia técnica e financeiramente uma iniciativa inovadora na Paraíba cujo principal objetivo é desenvolver as competências profissionais e sociais dos jovens que frequentam a rede estadual.

Um grupo de trabalho formado por professores, estudantes, coordenadores pedagógicos, representantes comunitários e técnicos da Secretaria de Educação, além de representantes de outras empresas e institutos, criou um projeto piloto de educação integral, voltada para o ensino propedêutico e a educação profissional e técnica, em que a escola passa a ser um espaço de aprendizagem constante e onde o aluno se transforma em protagonista da própria história.

O processo envolveu a articulação curricular, que consiste na reorganização dos currículos (parte técnica e propedêutica), visitas a empresas locais para ouvir as necessidades do mercado de trabalho, visitas à equipamentos sociais nas comunidades e um encontro com o setor produtivo, que validou todo o trabalho e ampliou o diálogo com a iniciativa privada na construção de currículos.

Após essas etapas, o programa começou a formar profissionais da educação, com perfil de multiplicadores, com pelo menos um representante de cada área do conhecimento. Ao todo foram selecionados 33 profissionais de sete municípios paraibanos que vivenciaram o princípio da construção coletiva. Foram selecionados cinco eixos de formação: articulação curricular pautada em competências e habilidades, inovações sociais e cientificas, intervenção comunitária e empresa pedagógica, e metodologias de resolução de problemas: Design Thinking, Canvas e Kanban.

Em 2017, os professores passaram por 156 horas de formação, sendo 120 horas presenciais e 36 horas à distância. O treinamento viabilizou a implementação do projeto, a reorganização de currículos pautados em competências e habilidades, e os capacitou para promover a criação, pelos alunos, de projetos empreendedores, com vistas ao desenvolvimento do protagonismo profissional e social.

O programa Escola Cidadã Integral (Técnica - ECITs) na Paraíba começou com 3 escolas e em apenas 3 anos já contempla 68, com 3.120 alunos matriculados em 203 turma, em 2018. A expectativa para 2019 é chegar a 13.243 alunos matriculados em 423 turmas, que poderão interagir com o mercado de trabalho e com a comunidade, implementando projetos de intervenção comunitária e resolvendo problemas reais das empresas parceiras.

Relatos de experiência

Empresa Pedagógica no Ramo Alimentício - ECIT de São Bento – São Bento, Paraíba

Como forma de incentivar e proporcionar uma vivência de empreendedorismo, o projeto Escola Cidadã Integral prioriza que os estudantes conheçam o funcionamento de uma empresa e possam ter a oportunidade de colocar em prática ações de planejamento estratégico aprendidas em salas de aula.

A partir desta premissa, os professores do curso Técnico em Administração sugeriram aos alunos que criassem uma empresa para produção e comercialização de produtos alimentícios, na própria escola.

O desafio teve início com um investimento simbólico de 5 reais por aluno e deu a eles a oportunidade de criar logomarca, tomar decisões estratégicas e discutir questões relacionadas a legislação, entre outros aprendizados. Com alto grau de engajamento, a iniciativa deu resultados positivos e devolveu aos jovens o valor simbólico inicialmente investido acrescido de lucro.

Projeto em números:

2016: 3 escolas

2018: 34 escolas

2019: 68 escolas;

- Em 2018, foram 3.120 alunos matriculados em 203 turmas;

- A expectativa para 2019 é de 13.808 em 423 turmas;

São oferecidos 37 cursos que estão dentro de 11 eixos tecnológicos, que são:

  • Gestão e Negócios (administração, comércio, secretariado, contabilidade, vendas, marketing e logística);
  • Informação e Comunicação (manutenção e suporte em informática, informática, programação de jogos digitais, informática para internet)
  • Produção Cultural e Design (Design de calçados, design de interiores, design de móveis, produção de moda e instrumento musical)
  • Recursos Naturais (agronegócio, agroecologia, aquicultura, agropecuária e mineração)
  • Turismo, Hospitalidade e Lazer (hospedagem, eventos, guia de turismo, cozinha e serviços de bar e restaurante)
  • Produção Industrial (vestuário e têxtil)
  • Produção Alimentícia (cursos neste eixo: agroindústria, apicultura e processamento de pescado)
  • Infraestrutura (edificações)
  • Controle e Processos Industriais (mecânica e sistema de energia renováveis)
  • Ambiente e saúde (análises clínicas e meio ambiente)
  • Segurança (segurança do trabalho)

- 47 municípios;

- Os alunos atendidos, em sua maioria de alta vulnerabilidade social, têm entre 15 e 19 anos;

- Número de alunos matriculados no 3º ano do ensino médio em 2018: 815 alunos, destes 60 alunos foram contratados no mercado de trabalho após estágio e vivência da empresa pedagógica, 21 alunos empreenderam no seu próprio negócio e 292 fizeram estágio ainda durante o 3º ano e ingressaram na universidade ao final de 2018. Neste projeto, a evasão é muito baixa.

Profissionais formados em 2018:

230 professores;

34 coordenadores pedagógicos

34 coordenadores pedagógicos de cursos técnicos.

Previsão de profissionais formados em 2019:

561 professores

34 coordenadores pedagógicos

34 coordenadores pedagógicos de cursos técnicos.

Programa primeira chance

Este ano a secretaria de educação da Paraíba iniciou uma articulação com o Setor Produtivo e lançou o 1º Chance, programa que incluirá os alunos egressos e estudantes no mercado de trabalho com bolsa financiada pelo Estado. O edital para seleção dos estudantes já efetivou parceria com o setor de restaurantes e hotelaria.

O programa ao mesmo tempo fará ações com Setor Produtivo para validação e melhoria dos currículos articulados elaborados no Projeto apoiado pelo Itaú BBA, assim, ampliando oportunidades de estágio e o programa de aprendizagem com recursos pagos pelas empresas.

Integração do ensino técnico profissionalizante ao ensino médio

A possibilidade aberta por itinerários mais ligados às carreiras é aprovada pelos alunos. A pesquisa Repensar o Ensino Médio, do Todos pela Educação, Itaú BBA e BID, mostra que 77,6% dos estudantes atribuem grau de importância 9 ou 10 para matérias dirigidas à formação profissional, técnica e aconselhamento.

Além disso, 76,5% aprovariam a substituição de um terço das matérias do ensino médio por disciplinas técnicas à escolha do aluno, sugerindo que a introdução de aulas voltadas à carreira pode aumentar o engajamento e deixar a escola mais atrativa, sendo uma importante arma contra a evasão.

Para que isso aconteça, há urgência na implantação da BNCC (Base Nacional Comum Curricular), que já foi homologada e os estados este ano construirão seus currículos BNCC com apoio de um projeto do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), iniciativa do BBA, Unibanco e outros institutos parceiros.

Os desafios do ensino médio e profissionalizante

“Só 17% dos alunos chegam à universidade. Outros 8% fazem curso técnico subsequente após o ensino médio. Para os 75% restantes que se formam, não tem mais política de educação. Nada. Então, é no ensino médio que o Estado precisa aproximar o adolescente do mercado de trabalho. Isso é, inclusive, uma tarefa prevista na Constituição” diz Ana Inoue, assessora de educação do Itaú BBA.

A integração do ensino médio com o técnico ainda é um assunto pouco debatido, e um dos seus principais desafios é tornar o ensino técnico emancipatório, conectado com o ensino médio, através do Itinerário Contínuo, em que as habilidades aprendidas em um determinado curso técnico são aproveitadas caso o estudante ingresse no ensino superior.

No futuro, será necessário, cada vez mais, tornar o ensino técnico profissionalizante, como uma alternativa que pode, se bem discutida e implementada, ocupar uma lacuna preocupante que deixa sem opção parte dos alunos que concluem a última etapa da educação obrigatória

À espera da Base Nacional Comum Curricular, Brasil se prepara para a flexibilização do ensino médio2018

Estados já discutem formas de se adaptar ao novo modelo de ensino

O ano de 2018 será fundamental para o avanço das ações necessárias à implantação da reforma do ensino médio, sancionada em fevereiro do ano passado. A definição, pelo MEC, da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), esperada para março deste ano, e sua posterior avaliação pelo Conselho Nacional de Educação deve ocupar a pauta e as atenções dos Estados que já discutem o tema, especialmente a organização, em seus currículos, das horas destinadas à flexibilização.

“São as horas, previstas na lei, em que a escola deverá oferecer itinerário formativo com cursos, disciplinas e projetos para escolha do aluno”, explica Ana Inoue, assessora de educação do Itaú BBA. Atualmente, a carga horária do ensino médio no País é de 2.400 horas. Pela reforma, a base curricular obrigatória passa a ser de 1.800 horas, ficando, então, 600 horas destinadas à flexibilização. “Mas vale lembrar que a lei prevê também, no prazo de cinco anos, o aumento da carga horária para 3.000 horas, o que ampliaria para 1.200 horas o tempo destinado à flexibilização”.

O fato é que essa é uma mudança que, por sua complexidade, já vem exigindo um grande esforço dos Estados no preparo, planejamento e criação de condições para que a implementação ocorra da forma que se deseja. “Apesar de ser somente a partir da BNCC que os currículos flexíveis poderão ser implementados, há muito trabalho para se fazer antes da sua publicação”, destaca Ana.

Em parceria com o Conselho Nacional dos Secretários de Educação (Consed), o Itaú BBA desenvolve um trabalho de apoio à discussão da flexibilização no ensino médio, com o intuito de auxiliar na definição de caminhos para a implantação tanto dos itinerários formativos acadêmicos como da articulação do ensino médio como ensino técnico, já que a nova lei prevê essa possibilidade.

Segundo Ana, “essa inovação é uma possibilidade de dar ao jovem a opção de preparar-se para atividades mais complexas e melhor remuneradas, já que o acesso à universidade hoje é restrito aos 17% de vagas oferecidas.”

Hoje, a maior parte dos 83% que não seguem para a universidade, trabalha em atividades de baixa remuneração.  É para esse imenso contingente de jovens que ingressa no mercado de trabalho sem qualquer qualificação específica que se direciona a preocupação dos Estados e do Itaú BBA.

Iniciado há cerca de dois anos, o apoio que o Itaú BBA oferece aos Estados já conta com a participação de oito unidades da Federação. “Percebemos que há uma grande preocupação das secretarias estaduais de educação em discutir seriamente a questão e, conforme as discussões avançam, a adesão de Estados ao projeto tem aumentado”, conta Ana. Para ela, o envolvimento dos técnicos das pastas de educação no debate permite que cada um tenha a dimensão dos problemas de sua região e aproxima os planos das reais necessidades e possibilidades de melhorar o ensino médio.

“Esse processo fortalecerá as equipes das secretarias para o trabalho de elaboração dos currículos de ensino médio que cada Estado terá de fazer, a depender das demandas regionais em consonância com as diretrizes definidas na BNCC”, avalia Ana.

Ela ressalta, entretanto, que o grande foco deve ser sempre o aluno. “Não basta fazer uma proposta que acate a reforma, se a forma de organização for desinteressante para o aluno. O que interessa é criar um ensino médio que faça sentido para o aluno, traga conhecimentos importantes para sua vida e seja mobilizador, para que ele continue na escola e o Brasil possa diminuir os altos índices de evasão e, ao mesmo tempo, garantir aos seus jovens um futuro com mais oportunidades”, conclui.

Mapeamento inédito lista mais de duas mil escolas que estão conseguindo se destacar nas avaliações externas de aprendizagemNovembro de 2017

Um levantamento inédito apresenta um mapeamento de escolas públicas com bons resultados no Brasil, em três categorias: Excelência com Equidade, Destaque Regional e Bom Percurso. A primeira categoria aponta escolas de bom nível de desempenho nas avaliações externas, enquanto a segunda traz as escolas que estão avançando mas ainda não estão num patamar alto, e já a terceira categoria destaca as melhores escolas por microrregião e que atingem no mínimo o patamar nacional nos indicadores de aprendizagem.

O mapeamento é um desdobramento da série Excelência com Equidade, resultado de uma parceria entre a Fundação Lemann, o Instituto Credit Suisse Hedging-Griffo e o Itaú BBA e que estuda escolas públicas com bons resultados educacionais.

“O estudo Excelência com Equidade patrocinado pelo Itaú BBA ressalta os esforços de escolas públicas em promover e melhorar a aprendizagem dos alunos e mostra que é possível criar novos caminhos para um ensino de qualidade.”, aponta a assessora de educação do Itaú BBA, Ana Inoue. Isabel Aché Pillar, superintendente do Instituto Credit Suisse Hedging-Griffo, complementa: “Precisamos estudar a fundo quais aspectos garantem um bom aprendizado dos alunos da rede pública de ensino”.

As escolas de destaque de São Paulo

As instituições de ensino do estado de São Paulo obtiveram bom desempenho na pesquisa. Na primeira etapa do Ensino Fundamental, setenta e oito escolas receberam o selo “Bom Percurso”, enquanto cinquenta obtiveram o selo “Excelência com Equidade”. Já, na segunda etapa do Ensino Fundamental, vinte e sete receberam o selo “Bom Percurso” e quatro o selo “Excelência com Equidade”. Além dessas escolas, foram listadas também instituições que se destacaram em comparação às outras de suas microrregiões.

Apesar dos bons exemplos, ainda há desafios

O mapeamento aponta uma dificuldade do país em enfrentar desigualdades regionais. Muitos estados do Norte e do Nordeste do país ainda possuem poucas escolas com bons resultados, principalmente nos anos finais do Ensino Fundamental. O diretor executivo da Fundação Lemann, Denis Mizne, aponta a necessidade de suporte da secretaria e boas formações para os educadores: “É essencial investir na formação dos professores”.

O mapeamento mostra que nenhuma escola dos estados do Amapá, Sergipe e Roraima foi classificada como “Bom Percurso” ou “Excelência com Equidade, ilustrando desafios que regiões com renda per capita baixa têm enfrentado em educação.

“O número de escolas com resultados mais razoáveis de aprendizagem em matemática e leitura cresceu muito nos últimos 5 anos. O problema é que essas escolas estão concentradas em algumas regiões. Há microrregiões com vários municípios em que não há uma escola sequer que consegue garantir um terço dos alunos com um bom nível de aprendizado”, avalia Ernesto Martins Faria, coordenador dos estudos Excelência com Equidade e diretor executivo do Portal Iede.

O mapeamento aponta também um número mais alto de escolas com bons resultados na primeira etapa do Ensino Fundamental do que o encontrado na segunda etapa. São 314 escolas “Excelência com Equidade” e 313 “Bom Percurso” nos anos iniciais, enquanto nos anos finais o número é de 84 e 81, respectivamente.

Cases

Conheça as duas escolas do estado de São Paulo selecionadas no estudo Excelência com Equidade no Ensino Médio2019

Pesquisa feita por Fundação Lemann, Iede, Instituto Unibanco e Itaú BBA mapeia escolas que atendem alunos de baixo nível socioeconômico e conseguem boa aprendizagem

O estado de São Paulo teve duas escolas contempladas no estudo “Excelência com Equidade no Ensino Médio: a dificuldade das redes de ensino para dar um suporte efetivo às escolas”, realizado por Fundação Lemann, Interdisciplinaridade e Evidências no Debate Educacional (Iede), Instituto Unibanco e Itaú BBA. Ambas são escolas técnicas e estão localizadas no interior do estado – nenhuma unidade de ensino médio na capital paulista alcançou os critérios exigidos.

O objetivo da pesquisa foi identificar estratégias e práticas comuns às escolas de ensino médio que atendem alunos com renda familiar de até 3 salários mínimos e conseguem bons resultados educacionais.

No total, pelo nível socioeconômico dos alunos, 5.042 escolas públicas de ensino médio eram elegíveis. Dessas, somente 100 (2%) atingiram os indicadores de qualidade propostos. Isto é, conquistaram bons resultados na Prova Brasil e no Enem 2017, além de taxa de aprovação mínima de 95%. É importante ressaltar que 82 dessas 100 escolas são de tempo integral.

Os estados que mais se destacaram na pesquisa foram: Ceará, com 55 escolas; Pernambuco, com 14; e Goiás e Espírito Santo, com 7 escolas cada.

As duas escolas do Estado de São Paulo que atingiram os critérios do estudo são:

ETEC Renato Cordeiro Doutor (Birigui- SP)

ETEC Nair Luccas Ribeiro (Teodoro Sampaio - SP)

Pesquisa qualitativa:

Por terem se destacado, Ceará, Pernambuco, Goiás e Espírito Santo foram os estados escolhidos para a realização da pesquisa de campo (qualitativa). Os pesquisadores visitaram duas escolas em cada um desses estados, além de uma escola com indicadores na média, para comparação.

A partir dessa análise, foi possível identificar ações e práticas que contribuem para os bons resultados e que podem servir de inspiração a outras unidades e redes. Valem destaque:


1. Tomadas de decisão baseadas em evidências;

2. Foco no uso de dados e no monitoramento contínuo da aprendizagem dos alunos, com utilização de sistemas integrados de gestão educacional;

3. Parceria entre professores e alunos, com escuta ativa e quebra do tabu da hierarquia;

4. Boa interlocução dentro e fora da escola (pais, comunidade e Secretaria de Educação);

5. Estratégias pedagógicas que conversam com a realidade dos alunos e atendem às diferentes necessidades de aprendizagem, com mescla de métodos de fixação (exercícios e simulados) e métodos que estimulam a criatividade e o protagonismo (feira de ciências, atividades esportivas, tutoria entre alunos e aulas eletivas criadas por eles).

No entanto, é preciso ressaltar que mesmo as escolas selecionadas têm desafios consideráveis: “nenhuma atingiu 600 pontos de média nas avaliações objetivas do Enem, uma pontuação longe de ser considerada alta, e nenhuma consegue garantir 70% dos alunos com aprendizado adequado em língua portuguesa e matemática, segundo o Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb)”, afirma Ernesto Martins Faria, diretor executivo do Iede e pesquisador responsável pelo estudo.

O estudo “Excelência com Equidade no Ensino Médio: a dificuldade das redes de ensino para dar um suporte efetivo às escolas” é a terceira etapa da série Excelência com Equidade, que começou em 2012 com a análise dos anos iniciais do ensino fundamental. A partir de 2015, os anos finais passaram a ser estudados. Contando com este, são nove relatórios de pesquisa já produzidos.

Conheça as duas escolas do Rio Grande do Sul selecionadas no estudo Excelência com Equidade no Ensino Médio2019

Pesquisa feita por Fundação Lemann, Iede, Instituto Unibanco e Itaú BBA mapeia escolas que atendem alunos de baixo nível socioeconômico e conseguem boa aprendizagem

O Rio Grande do Sul teve duas escolas contempladas no estudo “Excelência com Equidade no Ensino Médio: a dificuldade das redes de ensino para dar um suporte efetivo às escolas”, realizado por Fundação Lemann, Interdisciplinaridade e Evidências no Debate Educacional (Iede), Instituto Unibanco e Itaú BBA. O objetivo da pesquisa foi identificar estratégias e práticas comuns às escolas de ensino médio que atendem alunos com renda familiar de até 3 salários mínimos e conseguem bons resultados educacionais.

No total, pelo nível socioeconômico dos alunos, 5.042 escolas públicas de ensino médio eram elegíveis. Dessas, somente 100 (2%) atingiram os indicadores de qualidade propostos. Isto é, conquistaram bons resultados na Prova Brasil e no Enem 2017, além de taxa de aprovação mínima de 95%. É importante ressaltar que 82 dessas 100 escolas são de tempo integral.

Os estados que mais se destacaram na pesquisa foram: Ceará, com 55 escolas; Pernambuco, com 14; e Goiás e Espírito Santo, com 7 escolas cada.

As duas escolas do Rio Grande do Sul que atingiram os critérios do estudo são:

EEEM Gottfried Thomas Westerich (Novo Xingu - RS)

EEEM Conego Josue Bardin (Vanini - RS)

Pesquisa qualitativa

Por terem se destacado, Ceará, Pernambuco, Goiás e Espírito Santo foram os estados escolhidos para a realização da pesquisa de campo (qualitativa). Os pesquisadores visitaram duas escolas em cada um desses estados, além de uma escola com indicadores na média, para comparação.

A partir dessa análise, foi possível identificar ações e práticas que contribuem para os bons resultados e que podem servir de inspiração a outras unidades e redes. Valem destaque:


1. Tomadas de decisão baseadas em evidências;

2. Foco no uso de dados e no monitoramento contínuo da aprendizagem dos alunos, com utilização de sistemas integrados de gestão educacional;

3. Parceria entre professores e alunos, com escuta ativa e quebra do tabu da hierarquia;

4. Boa interlocução dentro e fora da escola (pais, comunidade e Secretaria de Educação);

5. Estratégias pedagógicas que conversam com a realidade dos alunos e atendem às diferentes necessidades de aprendizagem, com mescla de métodos de fixação (exercícios e simulados) e métodos que estimulam a criatividade e o protagonismo (feira de ciências, atividades esportivas, tutoria entre alunos e aulas eletivas criadas por eles).

No entanto, é preciso ressaltar que mesmo as escolas selecionadas têm desafios consideráveis: “nenhuma atingiu 600 pontos de média nas avaliações objetivas do Enem, uma pontuação longe de ser considerada alta, e nenhuma consegue garantir 70% dos alunos com aprendizado adequado em língua portuguesa e matemática, segundo o Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb)”, afirma Ernesto Martins Faria, diretor executivo do Iede e pesquisador responsável pelo estudo.

O estudo “Excelência com Equidade no Ensino Médio: a dificuldade das redes de ensino para dar um suporte efetivo às escolas” é a terceira etapa da série Excelência com Equidade, que começou em 2012 com a análise dos anos iniciais do ensino fundamental. A partir de 2015, os anos finais passaram a ser estudados. Contando com este, são nove relatórios de pesquisa já produzidos.

Conheça as três escolas do estado do Rio de Janeiro selecionadas no estudo Excelência com Equidade no Ensino Médio2019

Pesquisa feita por Fundação Lemann, Iede, Instituto Unibanco e Itaú BBA mapeia escolas que atendem alunos de baixo nível socioeconômico e conseguem boa aprendizagem

O estado do Rio de Janeiro teve 3 escolas contempladas no estudo “Excelência com Equidade no Ensino Médio: a dificuldade das redes de ensino para dar um suporte efetivo às escolas”, realizado por Fundação Lemann, Interdisciplinaridade e Evidências no Debate Educacional (Iede), Instituto Unibanco e Itaú BBA.  O objetivo da pesquisa foi identificar estratégias e práticas comuns às escolas de ensino médio que atendem alunos com renda familiar de até 3 salários mínimos e conseguem bons resultados educacionais.

No total, pelo nível socioeconômico dos alunos, 5.042 escolas públicas de ensino médio eram elegíveis. Dessas, somente 100 (2%) atingiram os indicadores de qualidade propostos. Isto é, conquistaram bons resultados na Prova Brasil e no Enem 2017, além de taxa de aprovação mínima de 95%. É importante ressaltar que 82 dessas 100 escolas são de tempo integral.

Os estados que mais se destacaram na pesquisa foram: Ceará, com 55 escolas; Pernambuco, com 14; e Goiás e Espírito Santo, com 7 escolas cada.

Conheça as três escolas do Rio de Janeiro que atingiram os critérios do estudo:

CE Erich Walter Heine (Rio de Janeiro - RJ)

CE Comendador Valentim dos Santos Diniz (São Gonçalo - RJ)

CE Arnor Silvestre Vieira (Valença - RJ)

Por terem se destacado, Ceará, Pernambuco, Goiás e Espírito Santo foram os estados escolhidos para a realização da pesquisa de campo (qualitativa). Os pesquisadores visitaram duas escolas em cada um desses estados, além de uma escola com indicadores na média, para comparação.

A partir dessa análise, foi possível identificar ações e práticas que contribuem para os bons resultados e que podem servir de inspiração a outras unidades e redes. Valem destaque:


1. Tomadas de decisão baseadas em evidências;

2. Foco no uso de dados e no monitoramento contínuo da aprendizagem dos alunos, com utilização de sistemas integrados de gestão educacional;

3. Parceria entre professores e alunos, com escuta ativa e quebra do tabu da hierarquia;

4. Boa interlocução dentro e fora da escola (pais, comunidade e Secretaria de Educação);

5. Estratégias pedagógicas que conversam com a realidade dos alunos e atendem às diferentes necessidades de aprendizagem, com mescla de métodos de fixação (exercícios e simulados) e métodos que estimulam a criatividade e o protagonismo (feira de ciências, atividades esportivas, tutoria entre alunos e aulas eletivas criadas por eles).

No entanto, é preciso ressaltar que mesmo as escolas selecionadas têm desafios consideráveis: “nenhuma atingiu 600 pontos de média nas avaliações objetivas do Enem, uma pontuação longe de ser considerada alta, e nenhuma consegue garantir 70% dos alunos com aprendizado adequado em língua portuguesa e matemática, segundo o Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb)”, afirma Ernesto Martins Faria, diretor executivo do Iede e pesquisador responsável pelo estudo.

O estudo “Excelência com Equidade no Ensino Médio: a dificuldade das redes de ensino para dar um suporte efetivo às escolas” é a terceira etapa da série Excelência com Equidade, que começou em 2012 com a análise dos anos iniciais do ensino fundamental. A partir de 2015, os anos finais passaram a ser estudados. Contando com este, são nove relatórios de pesquisa já produzidos.


Conheça as 4 escolas do Piauí selecionadas no estudo Excelência com Equidade no Ensino Médio2019

Pesquisa feita por Fundação Lemann, Iede, Instituto Unibanco e Itaú BBA mapeia escolas que atendem alunos de baixo nível socioeconômico e conseguem boa aprendizagem

O Piauí teve 4 escolas contempladas no estudo “Excelência com Equidade no Ensino Médio: a dificuldade das redes de ensino para dar um suporte efetivo às escolas”, realizado por Fundação Lemann, Interdisciplinaridade e Evidências no Debate Educacional (Iede), Instituto Unibanco e Itaú BBA.  O objetivo da pesquisa foi identificar estratégias e práticas comuns às escolas de ensino médio que atendem alunos com renda familiar de até 3 salários mínimos e conseguem bons resultados educacionais.

No total, pelo nível socioeconômico dos alunos, 5.042 escolas públicas de ensino médio eram elegíveis. Dessas, somente 100 (2%) atingiram os indicadores de qualidade propostos. Isto é, conquistaram bons resultados na Prova Brasil e no Enem 2017, além de taxa de aprovação mínima de 95%. É importante ressaltar que, dessas 100 escolas, 82 são de tempo integral.

Os estados que mais se destacaram na pesquisa foram: Ceará, com 55 escolas, Pernambuco, com 14, e Goiás e Espírito Santo, com 7 escolas cada.

Conheça as quatro escolas do Piauí que atingiram os critérios do estudo:

Unidade Escolar Patronato N. S. de Lourdes (Campo Maior - PI)

Unidade Escolar Desembargador Pedro Sa (Oeiras - PI)

Unidade Escolar José Narciso da Rocha Filho (Piripiri - PI)

CETI Jõao Henrique de Almeida Sousa (Teresina - PI)

Por terem se destacado, Ceará, Pernambuco, Goiás e Espírito Santo foram os estados escolhidos para a realização da pesquisa de campo (qualitativa). Os pesquisadores visitaram duas escolas em cada um desses estados, além de uma escola com indicadores na média, para comparação.

A partir dessa análise, foi possível identificar ações e práticas que contribuem para os bons resultados e que podem servir de inspiração a outras unidades e redes. Valem destaque:


1. Tomadas de decisão baseadas em evidências;

2. Foco no uso de dados e no monitoramento contínuo da aprendizagem dos alunos, com utilização de sistemas integrados de gestão educacional;

3. Parceria entre professores e alunos, com escuta ativa e quebra do tabu da hierarquia;

4. Boa interlocução dentro e fora da escola (pais, comunidade e Secretaria de Educação);

5. Estratégias pedagógicas que conversam com a realidade dos alunos e atendem às diferentes necessidades de aprendizagem, com mescla de métodos de fixação (exercícios e simulados) e métodos que estimulam a criatividade e o protagonismo (feira de ciências, atividades esportivas, tutoria entre alunos e aulas eletivas criadas por eles).

No entanto, é preciso ressaltar que mesmo as escolas selecionadas têm desafios consideráveis: “nenhuma atingiu 600 pontos de média nas avaliações objetivas do Enem, uma pontuação longe de ser considerada alta, e nenhuma consegue garantir 70% dos alunos com aprendizado adequado em língua portuguesa e matemática, segundo o Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb)”, afirma Ernesto Martins Faria, diretor executivo do Iede e pesquisador responsável pelo estudo.

O estudo “Excelência com Equidade no Ensino Médio: a dificuldade das redes de ensino para dar um suporte efetivo às escolas” é a terceira etapa da série Excelência com Equidade, que começou em 2012 com a análise dos anos iniciais do ensino fundamental. A partir de 2015, os anos finais passaram a ser estudados. Contando com este, são nove relatórios de pesquisa já produzidos.


Conheça as 14 escolas de Pernambuco selecionadas no estudo Excelência com Equidade no Ensino Médio2019

Pesquisa feita por Fundação Lemann, Iede, Instituto Unibanco e Itaú BBA mapeia escolas que atendem alunos de baixo nível socioeconômico e conseguem boa aprendizagem

Pernambuco é o 2º estado com o maior número de escolas contempladas no estudo “Excelência com Equidade no Ensino Médio: a dificuldade das redes de ensino para dar um suporte efetivo às escolas”, realizado por Fundação Lemann, Interdisciplinaridade e Evidências no Debate Educacional (Iede), Instituto Unibanco e Itaú BBA. Com 14 escolas, Pernambuco fica atrás apenas do Ceará, que concentra 55 das 100 unidades que atingiram os critérios de qualidade da pesquisa.

O objetivo do estudo foi identificar estratégias e práticas comuns às escolas de ensino médio que atendem alunos com renda familiar de até 3 salários mínimos e conseguem bons resultados educacionais.

No total, pelo nível socioeconômico dos alunos, 5.042 escolas públicas de ensino médio eram elegíveis. Dessas, 100 (2%) atingiram os indicadores propostos. Isto é, conquistaram bons resultados na Prova Brasil e no Enem 2017, além de taxa de aprovação mínima de 95%. Depois de Ceará e Pernambuco, os estados que mais se destacam são Goiás e Espírito Santo, com 7 escolas cada. É importante ressaltar que, das 100 escolas, 82 são de tempo integral.

Conheça a seguir as escolas de Pernambuco selecionadas:

Escola Técnica Estadual Professor José Luiz de Mendonça (Gravatá - PE)

Escola de Referência em Ensino Médio Frei Orlando (Itambé - PE)

EREM Professora Benedita de Morais Guerra (Macaparana - PE)

Escola Técnica Estadual José Alencar Gomes da Silva (Paulista - PE)

Escola Estadual de Aplicação Professora Vande de Souza Ferreira (Petrolina - PE)

Escola de Referência em Ensino Médio Olinto Victor (Recife - PE)

Escola Técnica Estadual Professor Agamenon Magalhães - ETEPAM (Recife - PE)

Escola Técnica Estadual Cícero Dias (Recife - PE)

Escola Técnica Estadual Professor Lucilo Avila Pessoa (Recife - PE)

EEREM Aura Sampaio Parente Muniz (Salgueiro - PE)

Escola de Referência em Ensino Médio de Salgueiro (Salgueiro - PE)

Escola de Referência em Ensino Médio Oliveira Lima - SJ Egito (São José do Egito)

EREM de Timbaúba Professor Antônio José Barboza dos Santos (Timbaúba - PE)

Escola Técnica Estadual Miguel Arraes de Alencar (Timbaúba - PE)

Em razão dos resultados, Ceará, Pernambuco, Goiás e Espírito Santo foram escolhidos para a realização da pesquisa de campo (qualitativa). Os pesquisadores visitaram duas escolas em cada um desses estados, além de uma escola com indicadores na média, para comparação.

A partir dessa análise, foi possível identificar ações e práticas que contribuem para os bons resultados e que podem servir de inspiração a outras unidades e redes. Valem destaque:


1. Tomadas de decisão baseadas em evidências;

2. Foco no uso de dados e no monitoramento contínuo da aprendizagem dos alunos, com utilização de sistemas integrados de gestão educacional;

3. Parceria entre professores e alunos, com escuta ativa e quebra do tabu da hierarquia;

4. Boa interlocução dentro e fora da escola (pais, comunidade e Secretaria de Educação);

5. Estratégias pedagógicas que conversam com a realidade dos alunos e atendem às diferentes necessidades de aprendizagem, com mescla de métodos de fixação (exercícios e simulados) e métodos que estimulam a criatividade e o protagonismo (feira de ciências, atividades esportivas, tutoria entre alunos e aulas eletivas criadas por eles).

No entanto, é preciso ressaltar que mesmo as escolas selecionadas têm desafios consideráveis: “nenhuma atingiu 600 pontos de média nas avaliações objetivas do Enem, uma pontuação longe de ser considerada alta, e nenhuma consegue garantir 70% dos alunos com aprendizado adequado em língua portuguesa e matemática, segundo o Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb)”, afirma Ernesto Martins Faria, diretor executivo do Iede e pesquisador responsável pelo estudo.

O estudo “Excelência com Equidade no Ensino Médio: a dificuldade das redes de ensino para dar um suporte efetivo às escolas” é a terceira etapa da série Excelência com Equidade, que começou em 2012 com a análise dos anos iniciais do ensino fundamental. A partir de 2015, os anos finais passaram a ser estudados. Contando com este, são nove relatórios de pesquisa já produzidos.


Conheça as duas escolas de Minas Gerais selecionadas no estudo Excelência com Equidade no Ensino Médio2019

Pesquisa feita por Fundação Lemann, Iede, Instituto Unibanco e Itaú BBA mapeia escolas que atendem alunos de baixo nível socioeconômico e conseguem boa aprendizagem

Minas Gerais teve duas escolas contempladas no estudo “Excelência com Equidade no Ensino Médio: a dificuldade das redes de ensino para dar um suporte efetivo às escolas”, realizado por Fundação Lemann, Interdisciplinaridade e Evidências no Debate Educacional (Iede), Instituto Unibanco e Itaú BBA.  O objetivo da pesquisa foi identificar estratégias e práticas comuns às escolas de ensino médio que atendem alunos com renda familiar de até 3 salários mínimos e conseguem bons resultados educacionais.

No total, pelo nível socioeconômico dos alunos, 5.042 escolas públicas de ensino médio eram elegíveis. Dessas, somente 100 (2%) atingiram os indicadores de qualidade propostos. Isto é, conquistaram bons resultados na Prova Brasil e no Enem 2017, além de taxa de aprovação mínima de 95%. É importante ressaltar que 82 dessas 100 escolas são de tempo integral.

Os estados que mais se destacaram na pesquisa foram: Ceará, com 55 escolas; Pernambuco, com 14; e Goiás e Espírito Santo, com 7 escolas cada.

As duas escolas de Minas Gerais que atingiram os critérios do estudo são:

EE Coronel Antonio Domingos Ribeiro (Bom Jesus da penha -MG)

EE Professor João Alvez Filgueiras Campos (Pedra do Indaiá - MG)

Por terem se destacado, Ceará, Pernambuco, Goiás e Espírito Santo foram os estados escolhidos para a realização da pesquisa de campo (qualitativa). Os pesquisadores visitaram duas escolas em cada um desses estados, além de uma escola com indicadores na média, para comparação.

A partir dessa análise, foi possível identificar ações e práticas que contribuem para os bons resultados e que podem servir de inspiração a outras unidades e redes.  Valem destaque:


1. Tomadas de decisão baseadas em evidências;

2. Foco no uso de dados e no monitoramento contínuo da aprendizagem dos alunos, com utilização de sistemas integrados de gestão educacional;

3. Parceria entre professores e alunos, com escuta ativa e quebra do tabu da hierarquia;

4. Boa interlocução dentro e fora da escola (pais, comunidade e Secretaria de Educação);

5. Estratégias pedagógicas que conversam com a realidade dos alunos e atendem às diferentes necessidades de aprendizagem, com mescla de métodos de fixação (exercícios e simulados) e métodos que estimulam a criatividade e o protagonismo (feira de ciências, atividades esportivas, tutoria entre alunos e aulas eletivas criadas por eles).

No entanto, é preciso ressaltar que mesmo as escolas selecionadas têm desafios consideráveis: “nenhuma atingiu 600 pontos de média nas avaliações objetivas do Enem, uma pontuação longe de ser considerada alta, e nenhuma consegue garantir 70% dos alunos com aprendizado adequado em língua portuguesa e matemática, segundo o Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb)”, afirma Ernesto Martins Faria, diretor executivo do Iede e pesquisador responsável pelo estudo.

O estudo “Excelência com Equidade no Ensino Médio: a dificuldade das redes de ensino para dar um suporte efetivo às escolas” é a terceira etapa da série Excelência com Equidade, que começou em 2012 com a análise dos anos iniciais do ensino fundamental. A partir de 2015, os anos finais passaram a ser estudados. Contando com este, são nove relatórios de pesquisa já produzidos.


Conheça as 7 escolas de Goiás selecionadas no estudo Excelência com Equidade no Ensino Médio2019

Pesquisa feita por Fundação Lemann, Iede, Instituto Unibanco e Itaú BBA mapeia escolas que atendem alunos de baixo nível socioeconômico e conseguem boa aprendizagem

Goiás teve 7 escolas contempladas no estudo “Excelência com Equidade no Ensino Médio: a dificuldade das redes de ensino para dar um suporte efetivo às escolas”, realizado por Fundação Lemann, Interdisciplinaridade e Evidências no Debate Educacional (Iede), Instituto Unibanco e Itaú BBA.  O objetivo da pesquisa foi identificar estratégias e práticas comuns às escolas de ensino médio que atendem alunos com renda familiar de até 3 salários mínimos e conseguem bons resultados educacionais.

No total, pelo nível socioeconômico dos alunos, 5.042 escolas públicas de ensino médio eram elegíveis. Dessas, somente 100 (2%) atingiram os indicadores de qualidade propostos. Isto é, conquistaram bons resultados na Prova Brasil e no Enem 2017, além de taxa de aprovação mínima de 95%. É importante ressaltar também que 82 dessas 100 escolas são de tempo integral.

Goiás ficou entre os quatro estados com mais escolas contempladas. Em primeiro lugar, aparece o Ceará, com 55 escolas, seguido por Pernambuco, com 14. Goiás e o Espírito Santo tiveram 7 escolas cada.

Conheça a seguir as escolas de Goiás que atingiram os critérios do estudo:

Colégio Estadual Brasil (Córrego do Ouro - GO)

Colégio Estadual Professor Sérgio Fayad Generoso (Formosa - GO)

Colégio Estadual Professor Pedro Gomes (Goiânia - GO)

Colégio Estadual Juvenal José Pedroso (Goiânia - GO)

Colégio Estadual Preuniversitário (Goiânia - GO)

Colégio Estadual Ary Ribeiro Valadão Filho (Inhumas - GO)

Colégio Estadual Polivalente Antônio C. Paniago (Mineiros - GO)

Em razão dos resultados, Ceará, Pernambuco, Goiás e Espírito Santo foram escolhidos para a realização da pesquisa de campo (qualitativa). Os pesquisadores visitaram duas escolas em cada um desses estados, além de uma escola com indicadores na média, para comparação.

A partir dessa análise, foi possível identificar ações e práticas que contribuem para os bons resultados e que podem servir de inspiração a outras unidades e redes.  Valem destaque:


1. Tomadas de decisão baseadas em evidências;

2. Foco no uso de dados e no monitoramento contínuo da aprendizagem dos alunos, com utilização de sistemas integrados de gestão educacional;

3. Parceria entre professores e alunos, com escuta ativa e quebra do tabu da hierarquia;

4. Boa interlocução dentro e fora da escola (pais, comunidade e Secretaria de Educação);

5. Estratégias pedagógicas que conversam com a realidade dos alunos e atendem às diferentes necessidades de aprendizagem, com mescla de métodos de fixação (exercícios e simulados) e métodos que estimulam a criatividade e o protagonismo (feira de ciências, atividades esportivas, tutoria entre alunos e aulas eletivas criadas por eles).

No entanto, é preciso ressaltar que mesmo as escolas selecionadas têm desafios consideráveis: “nenhuma atingiu 600 pontos de média nas avaliações objetivas do Enem, uma pontuação longe de ser considerada alta, e nenhuma consegue garantir 70% dos alunos com aprendizado adequado em língua portuguesa e matemática, segundo o Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb)”, afirma Ernesto Martins Faria, diretor executivo do Iede e pesquisador responsável pelo estudo.

O estudo “Excelência com Equidade no Ensino Médio: a dificuldade das redes de ensino para dar um suporte efetivo às escolas” é a terceira etapa da série Excelência com Equidade, que começou em 2012 com a análise dos anos iniciais do ensino fundamental. A partir de 2015, os anos finais passaram a ser estudados. Contando com este, são nove relatórios de pesquisa já produzidos.


Conheça as 7 escolas do Espírito Santo selecionadas no estudo Excelência com Equidade no Ensino Médio2019

Pesquisa feita por Fundação Lemann, Iede, Instituto Unibanco e Itaú BBA mapeia escolas que atendem alunos de baixo nível socioeconômico e conseguem boa aprendizagem

O Espírito Santo teve 7 escolas contempladas no estudo “Excelência com Equidade no Ensino Médio: a dificuldade das redes de ensino para dar um suporte efetivo às escolas”, realizado por Fundação Lemann, Interdisciplinaridade e Evidências no Debate Educacional (Iede), Instituto Unibanco e Itaú BBA.  O objetivo da pesquisa foi identificar estratégias e práticas comuns às escolas de ensino médio que atendem alunos com renda familiar de até 3 salários mínimos, em média, e conseguem bons resultados educacionais.

No total, pelo nível socioeconômico dos alunos, 5.042 escolas públicas de ensino médio eram elegíveis. Dessas, somente 100 (2%) atingiram os indicadores de qualidade propostos. Isto é, conquistaram bons resultados na Prova Brasil e no Enem 2017, além de taxa de aprovação mínima de 95%. É importante ressaltar também que, dessas 100 escolas, 82 são de tempo integral.

O Espírito Santo ficou entre os quatro com mais escolas contempladas. Em primeiro lugar, aparece o Ceará, com 55 escolas, seguido por Pernambuco, com 14. Goiás e Espírito Santo tiveram 7 escolas cada.

Conheça a seguir as escolas do Espírito Santo que atingiram os critérios do estudo:

EEEFM José Giestas (Afonso Cláudio - ES)

EEEM Emílio Nemer (Castelo - ES)

EEEFM Gisela Salloker Fayet (Domingos Martins - ES)

EEEFM Pedreiras (Domingos Martins - ES)

EEEFM Padre Antônio Volkers (Marilândia - ES)

CEEFMTI Braulio Franco (Muniz Freire - ES)

EEEFM Felício Melotti (São Roque do Canaã - ES)

Em razão dos resultados, Ceará, Pernambuco, Goiás e Espírito Santo foram escolhidos para a realização da pesquisa de campo (qualitativa). Os pesquisadores visitaram duas escolas em cada um desses estados, além de uma escola com indicadores na média, para comparação.

A partir dessa análise, foi possível identificar ações e práticas que contribuem para os bons resultados e que podem servir de inspiração a outras unidades e redes.  Valem destaque:


1. Tomadas de decisão baseadas em evidências;

2. Foco no uso de dados e no monitoramento contínuo da aprendizagem dos alunos, com utilização de sistemas integrados de gestão educacional;

3. Parceria entre professores e alunos, com escuta ativa e quebra do tabu da hierarquia;

4. Boa interlocução dentro e fora da escola (pais, comunidade e Secretaria de Educação);

5. Estratégias pedagógicas que conversam com a realidade dos alunos e atendem às diferentes necessidades de aprendizagem, com mescla de métodos de fixação (exercícios e simulados) e métodos que estimulam a criatividade e o protagonismo (feira de ciências, atividades esportivas, tutoria entre alunos e aulas eletivas criadas por eles).

No entanto, é preciso ressaltar que mesmo as escolas selecionadas têm desafios consideráveis: “nenhuma atingiu 600 pontos de média nas avaliações objetivas do Enem, uma pontuação longe de ser considerada alta, e nenhuma consegue garantir 70% dos alunos com aprendizado adequado em língua portuguesa e matemática, segundo o Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb)”, afirma Ernesto Martins Faria, diretor executivo do Iede e pesquisador responsável pelo estudo.

O estudo “Excelência com Equidade no Ensino Médio: a dificuldade das redes de ensino para dar um suporte efetivo às escolas” é a terceira etapa da série Excelência com Equidade, que começou em 2012 com a análise dos anos iniciais do ensino fundamental. A partir de 2015, os anos finais passaram a ser estudados. Contando com este, são nove relatórios de pesquisa já produzidos.

Excelência com Equidade: Ceará tem 55 das 100 escolas públicas com bons resultados no Ensino Médio2019

Pesquisa feita por Fundação Lemann, Iede, Instituto Unibanco e Itaú BBA mapeia escolas que atendem alunos de baixo nível socioeconômico e conseguem boa aprendizagem

O Ceará possui o maior número de escolas contempladas no estudo “Excelência com Equidade no Ensino Médio: a dificuldade das redes de ensino para dar um suporte efetivo às escolas”, realizado pela Fundação Lemann, Interdisciplinaridade e Evidências no Debate Educacional (Iede), Instituto Unibanco e Itaú BBA. Das 100 escolas públicas que atendem alunos de baixo nível socioeconômico e conseguem bons resultados no ensino médio, 55 estão no Ceará. Em seguida, aparecem Pernambuco, com 14 escolas, e Goiás e Espírito Santo, com 7 cada.

O objetivo da pesquisa foi identificar as estratégias e práticas comuns às escolas de ensino médio que atendem alunos com renda familiar de até 3 salários mínimos e conseguem bom nível de aprendizagem. Pelo nível socioeconômico dos alunos, 5.042 escolas públicas de ensino médio eram elegíveis de serem estudadas. Dessas, somente 100 (2%) atingiram os indicadores de qualidade propostos. Isto é, conquistaram bons resultados na Prova Brasil e no Enem 2017, além de taxa de aprovação mínima de 95%. É importante dizer que, dessas 100 escolas, 82 são de tempo integral.

As escolas do Ceará que atingiram os critérios do estudo são:

EEEP Marta Maria Giffoni de Sousa (Acaraú- CE)

EEEP Alfredo Nunes de Melo (Acopiara - CE)

EEEP Luiz Gonzaga Fonseca Mota (Amontada - CE)

EEEP Professora Alda Facanha (Aquiraz - CE)

EEEP Otilia Correia Saraiva (Barbalha - CE)

EEEP Pedro de Queiroz Lima (Beberibe -CE)

EEEP Júlio França (Bela Cruz - CE)

EEEP Monsenhor Expedito da Silveira de Sousa (Camocim - CE)

EEEP José Vidal Alves (Canindé - CE)

EEEP Edson Queiroz (Cascavel - CE)

EEEP Professor Antônio Valmir da Silva (Caucaia - CE)

EEEP Manoel Mano (Cratéus - CE)

EEEP Governador Virgilio Tavora (Crato - CE)

EEEP Eusébio de Queiroz  (Eusébio - CE)

EEEP Presidente Roosevelt (Fortaleza - CE)

EEEP Professor César Campelo (Fortaleza - CE)

EEEP José de Barcelos (Fortaleza - CE)

EEEP Ícaro de Sousa Moreira (Fortaleza - CE)

EEEP Joaquim Moreira de Sousa (Fortaleza - CE)

Colégio Estadual Justiniano de Serpa (Fortaleza - CE)

EEEP Mário Alencar (Fortaleza - CE)

EEEP Julia Giffoni (Fortaleza - CE)

EEEP Juarez Távora (Fortaleza - CE)

EEEP Paulo Petrola (Fortaleza - CE)

EEEP Maria Dolores Alcântara e Silva (Horizonte - CE)

EEEP Amélia Figueiredo de Lavor (Iguatu - CE)

EEEP Antônio Tarciso Aragão (Ipu - CE)

EEEP Adriano Nobre (Itapajé - CE)

EEEP Rita Aguiar Barbosa (Itapipoca - CE)

EEEP Poeta Sino Pinheiro (Jaguaribe - CE)

EEEP Francisca Rocha Silva (Jaguaruana - CE)

EEEP Raimundo Saraiva Coelho (Juazeiro do Norte - CE)

EEEP Maria Carmem Vieira Moreira (Maracanaú - CE)

EEEP Governador Luís Gonzaga da Fonseca Mota (Maracanaú - CE)

EEEP Salaberga Torquato Gomes de Matos (Maranguape - CE)

EEEP Professor Placido Aderaldo Castelo (Mombaça - CE)

EEEP Osmira Eduardo de Castro (Morada Nova - CE)

EEEP José Maria Falcão (Pracajus - CE)

EEEP Professora Luiza de Teodoro Vieira (Pacatuba - CE)

EEEP Flávio Gomes Granjeiro (Paraipaba - CE)

EEEP Antônio Rodrigues de Oliveira (Pedra Branca - CE)

EEEP Professora Maria Célia Pinheiro Falcão (Pereiro - CE)

EEEP Maria Cavalcante Costa (Quixadá - CE)

EEEP Adolfo Ferreira de Souza (Redenção - CE)

EEEP Francisca Castro de Mesquita (Reriutaba - CE)

EEEP Professor Walquer Cavalcante Maia (Russas - CE)

EEEP Isaias Gonçalves Damasceno (São Benedito)

EEEP Adelino Cunha Alcântara (São Gonçalo do Amarante - CE)

EEEP Professora Lysia Pimentel Gomes Sampaio (Sobral - CE)

EEEP Dom Walfrido Teixeira Vieira (Sobral - CE)

EEEP Avelino Magalhães (Tabuleiro no Norte)

EEEP Professor Sebastião Vasconcelos Sobrinho (Tianguá - CE)

EEEP Governador Waldemar Alcântara (Ubajara - CE)

EEEP Doutor José Iran Costa  (Várzea Alegre - CE)

EEEP José Victor Fontenelle Filho (Viçosa do Ceará)

Em razão dos resultados, Ceará, Pernambuco, Goiás e Espírito Santo foram escolhidos para a realização da pesquisa de campo (qualitativa). Os pesquisadores visitaram duas escolas em cada um desses estados, além de uma escola com indicadores na média, para comparação.

A partir dessa análise, foi possível identificar ações e práticas que contribuem para os bons resultados e que podem servir de inspiração a outras unidades e redes.  Valem destaque:


1. Tomadas de decisão baseadas em evidências;

2. Foco no uso de dados e no monitoramento contínuo da aprendizagem dos alunos, com utilização de sistemas integrados de gestão educacional;

3. Parceria entre professores e alunos, com escuta ativa e quebra do tabu da hierarquia;

4. Boa interlocução dentro e fora da escola (pais, comunidade e Secretaria de Educação);

5. Estratégias pedagógicas que conversam com a realidade dos alunos e atendem às diferentes necessidades de aprendizagem, com mescla de métodos de fixação (exercícios e simulados) e métodos que estimulam a criatividade e o protagonismo (feira de ciências, atividades esportivas, tutoria entre alunos e aulas eletivas criadas por eles).

No entanto, é preciso ressaltar que mesmo as escolas selecionadas têm desafios consideráveis: “nenhuma atingiu 600 pontos de média nas avaliações objetivas do Enem, uma pontuação longe de ser considerada alta, e nenhuma consegue garantir 70% dos alunos com aprendizado adequado em língua portuguesa e matemática, segundo o Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb)”, afirma Ernesto Martins Faria, diretor executivo do Iede e pesquisador responsável pelo estudo.

O estudo “Excelência com Equidade no Ensino Médio: a dificuldade das redes de ensino para dar um suporte efetivo às escolas” é a terceira etapa da série Excelência com Equidade, que começou em 2012 com a análise dos anos iniciais do ensino fundamental. A partir de 2015, os anos finais passaram a ser estudados. Contando com este, são nove relatórios de pesquisa já produzidos.


Escola de Manaus é uma das 100 selecionadas no estudo Excelência com Equidade no Ensino Médio2019

Pesquisa feita por Fundação Lemann, Iede, Instituto Unibanco e Itaú BBA mapeia escolas que atendem alunos de baixo nível socioeconômico e conseguem boa aprendizagem

A Escola Estadual de Tempo Integral (EETI) João dos Santos Braga, localizada em Manaus (AM), foi uma das contempladas no estudo “Excelência com Equidade no Ensino Médio: a dificuldade das redes de ensino para dar um suporte efetivo às escolas”, realizado por Fundação Lemann, Interdisciplinaridade e Evidências no Debate Educacional (Iede), Instituto Unibanco e Itaú BBA. O objetivo da pesquisa foi identificar estratégias e práticas comuns às escolas de ensino médio que atendem alunos com renda familiar de até 3 salários mínimos e conseguem bons resultados educacionais.

No total, pelo nível socioeconômico dos alunos, 5.042 escolas públicas de ensino médio eram elegíveis. Dessas, somente 100 (2%) atingiram os indicadores de qualidade propostos. Isto é, conquistaram bons resultados na Prova Brasil e no Enem 2017, além de taxa de aprovação mínima de 95%. É importante ressaltar que 82 dessas 100 escolas são de tempo integral.

Os estados que mais se destacaram na pesquisa foram: Ceará, com 55 escolas; Pernambuco, com 14; e Goiás e Espírito Santo, com 7 escolas cada. Por essa razão, foram os estados escolhidos para a realização da pesquisa de campo (qualitativa). Os pesquisadores visitaram duas escolas em cada um desses estados, além de uma escola com indicadores na média, para comparação.

A partir dessa análise, foi possível identificar ações e práticas que contribuem para os bons resultados e que podem servir de inspiração a outras unidades e redes. Valem destaque:


1. Tomadas de decisão baseadas em evidências;

2. Foco no uso de dados e no monitoramento contínuo da aprendizagem dos alunos, com utilização de sistemas integrados de gestão educacional;

3. Parceria entre professores e alunos, com escuta ativa e quebra do tabu da hierarquia;

4. Boa interlocução dentro e fora da escola (pais, comunidade e Secretaria de Educação);

5. Estratégias pedagógicas que conversam com a realidade dos alunos e atendem às diferentes necessidades de aprendizagem, com mescla de métodos de fixação (exercícios e simulados) e métodos que estimulam a criatividade e o protagonismo (feira de ciências, atividades esportivas, tutoria entre alunos e aulas eletivas criadas por eles).

No entanto, é preciso ressaltar que mesmo as escolas selecionadas têm desafios consideráveis: “nenhuma atingiu 600 pontos de média nas avaliações objetivas do Enem, uma pontuação longe de ser considerada alta, e nenhuma consegue garantir 70% dos alunos com aprendizado adequado em língua portuguesa e matemática, segundo o Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb)”, afirma Ernesto Martins Faria, diretor executivo do Iede e pesquisador responsável pelo estudo.

O estudo “Excelência com Equidade no Ensino Médio: a dificuldade das redes de ensino para dar um suporte efetivo às escolas” é a terceira etapa da série Excelência com Equidade, que começou em 2012 com a análise dos anos iniciais do ensino fundamental. A partir de 2015, os anos finais passaram a ser estudados. Contando com este, são nove relatórios de pesquisa já produzidos.


Início
Mais informações
Finais de semana e feriados
Aos finais de semana e feriados, o contato deve ser feito exclusivamente pelo e-mail:
imprensa@itau-unibanco.com
2021 -  DESENVOLVIDO PELA CONTEÚDO COMUNICAÇÃO