Notícias

07 de JUNHO DE 2021

Educação Profissional e Tecnológica Emancipatória: Juventudes e Trabalho

Segundo capítulo foca nas percepções dos jovens sobre o mundo do trabalho. A obra é uma iniciativa do Itaú Educação e Trabalho

Muitas são as expectativas dos jovens brasileiros. Desbravar o mundo, poder escolher o que acham melhor para si, experimentar, errar, realizar, fazer a diferença, ocupar espaços antes nunca ocupados. No Brasil, eles integram as muitas juventudes existentes e, olhando para os anseios e as expectativas sobre o mundo do trabalho, elas são múltiplas e diversas, variando conforme seus referenciais e condições de vida.

O Capítulo 2 – Percepções dos jovens sobre o mundo do trabalho, do livro “Educação Profissional e Tecnológica Emancipatória: Juventudes e Trabalho”, é pautado nas falas dos jovens entrevistados para a obra.

Os discursos dos jovens dão voz, rosto e vida às várias pesquisas sobre essa faixa etária citadas no capítulo e que convergem para um ponto em comum: com desejos, expectativas e oportunidades variados, eles anseiam por uma formação profissional aproximada ao mundo do trabalho e vivenciam essa transição sob a influência de familiares e professores, atravessados pelas novas tecnologias, atentos às exigências do mundo produtivo, desejando ter ocupações com propósito, aprendizado e perspectiva de futuro e enfrentando muitas vezes situações econômicas adversas, bem como incertezas entre seus sonhos, sensações, dúvidas e preocupações.

O capítulo revela que existem ambivalências de percepção sobre a escola: ao mesmo tempo em que muitos jovens a criticam, se ressentem de sua dinâmica e até a abandonam, na ponta oposta também a percebem como a entrada no mundo do trabalho de forma mais qualificada.

Para que tenham condições de fazer as escolhas mais assertivas no trânsito para a vida adulta, é fundamental que, ainda na educação básica, a sociedade eleve o nível de informação sobre as possibilidades de inserção no mundo do trabalho, ampliando seu horizonte de opções e incluindo, entre elas, o ensino técnico.

Parte dos entrevistados apontou o ensino técnico como possibilidade de formação mais qualificada para realizar seus projetos, não necessariamente na mesma carreira do técnico, reafirmando a percepção da aprendizagem ao longo da vida, sendo o técnico uma dessas muitas etapas do caminho.

Boa parte dos jovens ouvidos também anseia por escolas, empresas ou organizações mais flexíveis, dinâmicas, com líderes que dialoguem e que deem feedbacks para suas ideias e onde possam impactar e se desenvolver mais. Apoiados em seus valores e visão de mundo, esperam ter uma atuação profissional significativa, que lhes dê identidade pessoal e social.

Clique aqui para ler o Capítulo 2 e a obra.

O Capítulo 3 - Perspectivas de formação para os jovens brasileiros é o tema da próxima semana.

Termos de uso e política de privacidade