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28 de JUNHO DE 2021

Educação Profissional e Tecnológica Emancipatória: Juventudes e Trabalho

Quarto capítulo da obra do Itaú Educação e Trabalho debate as possibilidades de futuro e como a EPT pode ser uma das molas propulsoras do desenvolvimento econômico do país

O trabalho está mudando. Com a inteligência artificial, computadores passam a realizar tarefas cognitivas, ao mesmo tempo em que a automação das indústrias vem substituindo trabalhos manuais. Com tantas transformações, é urgente a necessidade de preparar os indivíduos para o novo mundo do trabalho. Mas não só isso. É preciso enfrentar também o desemprego juvenil, que ameaça o desenvolvimento econômico e o combate às desigualdades sociais.

A baixa disponibilidade de profissionais qualificados é um empecilho mesmo em economias dinâmicas, o que explica por que o capital humano é a “nova riqueza das nações”. A importância da aprendizagem ao longo da vida, que começa na escola e continua na atuação profissional, e do investimento na formação de brasileiros cada vez mais qualificados é o tema do Capítulo 4 – A EPT como chance real de futuro e de projeto de país, do livro “Educação Profissional e Tecnológica Emancipatória: Juventudes e Trabalho”, uma iniciativa do Itaú Educação e Trabalho.

O ensino médio brasileiro até agora não garante à maioria dos jovens a continuidade dos estudos no ensino superior, nem sua inserção qualificada no mundo do trabalho. O desemprego é alto e sobram vagas que exigem alta capacitação.

A melhor oportunidade que o Brasil tem para desenvolver seus profissionais e atingir no futuro o patamar de alto desenvolvimento econômico e social é por meio do aumento da participação de seus jovens no avanço da nação. Por isso, o foco das várias políticas públicas deve ser o desenvolvimento profissional e de competências cognitivas, socioemocionais e técnicas dos jovens de hoje.

No Brasil, a Educação Profissional e Tecnológica (EPT), se bem compreendida e aplicada, pode representar o espaço privilegiado para o início de uma formação qualificada, integrando os conhecimentos técnicos e acadêmicos em prol do desenvolvimento das competências necessárias não apenas para o profissional se inserir no mundo do trabalho, mas para se manter atualizado e com condições plenas de se adaptar às novas exigências que passarão a ser uma constante.

O setor produtivo e poder público, juntos, podem contribuir para que a EPT seja uma das máquinas propulsoras do desenvolvimento econômico do país, por meio de uma formação de alto nível, conectada ao mundo do trabalho e suas exigências atuais, que permita uma inserção produtiva qualificada.

Para ler a obra ou o capítulo quatro, acesse o livro “Educação Profissional e Tecnológica Emancipatória: Juventudes e Trabalho”:

O Capítulo 5 – EPT no ensino médio: exemplos inspiradores e replicáveis é o tema da próxima semana.

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