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21 de JUNHO DE 2021

Educação Profissional e Tecnológica Emancipatória: Juventudes e Trabalho

Terceiro capítulo da obra do Itaú Educação e Trabalho olha para as perspectivas e caminhos possíveis de formação dos jovens brasileiros

O Brasil conta com aproximadamente 50 milhões de jovens de 15 a 29 anos, que têm direito à formação educacional e profissional e que podem contribuir para o desenvolvimento do país. Considerando o bônus demográfico e a Lei nº 13.415/17, que traz mudanças ao ensino médio, trata-se de uma oportunidade histórica. Mas por que, então, o Brasil enfrenta tantas desigualdades na oferta de oportunidades educacionais?

Esta reflexão é o centro do debate promovido no Capítulo 3 – Perspectivas de formação para os jovens brasileiros, do livro “Educação Profissional e Tecnológica Emancipatória: Juventudes e Trabalho” desenvolvido pelo Itaú Educação e Trabalho.

A baixa qualidade da educação e da atratividade do ensino médio, as altas taxas de reprovação e de abandono, a desconexão da escola com o universo profissional, o preconceito e a desinformação sobre a formação profissional e técnica e a pouca oferta da modalidade, assim como o baixo acesso à universidade, são alguns dos desafios que hoje restringem as perspectivas de uma formação profissional digna para a juventude, comprometendo o futuro de milhões de jovens brasileiros.

Há, entretanto, diferentes caminhos possíveis de formação profissional para essa parcela da população, com variadas trajetórias, que têm por premissa a necessária e desejável integração entre a formação técnica e a acadêmica, numa clara perspectiva de formação integral e aprendizado ao longo da vida.

As trajetórias englobam o novo ensino médio regular, com formação técnica e profissional em mesmo turno ou período, além de cursos técnicos de formação média, Programas de Aprendizagem Profissional, cursos de formação inicial e continuada, de tecnólogo, bacharelado, licenciatura, especialização e pós-graduação.

No Brasil, o que está em jogo principalmente é garantir que os estudantes se formem ao final do ensino médio com condições para a continuidade dos estudos e para a inserção profissional qualificada, em um mundo contemporâneo em constante mudança, que exige adaptação, colaboração, inventividade e uso de novas tecnologias.

Clique aqui para ler o livro

Na próxima semana, falaremos do Capítulo 4 – EPT como chance real de futuro e de projeto de país.

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